sábado, 30 de maio de 2020

A PANDEMIA MOSTRARÁ O PERFIL DOS LÍDERES NA ELEIÇÃO DE 2020!

Adolfo Lopes e a companheira Palmelina
Adolfo Lopes e a companheira Palmelina

Por: Walter Brito

          Como sempre disse, eleição é coisa de profissionais. O grande estadista brasileiro, o criador do trabalhismo e saudoso presidente da República, Getúlio Vargas, foi o autor da máxima: Política é esperar o cavalo passar! Tancredo divididiu a autoria de outro pensamento com o conterrâneo, ex-senador e governador de Minas Gerais Magalhães Pinto: Política é como nuvem, você olha para cima ela está de um jeito, olha novamente e está completamente diferente. O médico e escritor Lair Ribeiro explica que o ser humano precisa de estar preparado para a hora certa. No pós-pandemia da covid 19, acredito firmemente que o povo será mais justo com aqueles que lutaram  incansavelmente pelo seu povo, que são capazes, não foram contemplados pela sorte, e ainda assim acreditam na volta por cima e na justiça divina.
          No Entorno de Brasília existem lideranças que acompanham o tempo passar com parcimônia e nunca quiseram o poder pelo poder. Embora políticos novos surjam a cada dia, falta-lhes competência, honestidade e caráter. Os primeiros, aos quais me refiro, o tempo passa e eles permanecem influenciando e ressurgem como uma Fênix. 
Dona Palmelina, o governador Ronaldo Caiado e líder Adolfo Lopes
Dona Palmelina, o governador Ronaldo Caiado e líder Adolfo Lopes

          Neste sentido, os poderosos que têm estrutura para eleger gestores públicos em Goiás e na Região Metropolitana de Brasília observam que os que estão no poder são passageiros, os novos que surgem, a maioria é de incompetentes, deslumbrados e sem compromisso com a Região. Por isso, figuras de expressão como os governadores Ronaldo Caiado (DEM/GO),  Ibaneis Rocha ( MDB/DF), respectivamente de Goiás e DF, e o senador  Izalci Lucas ( PSD/DF), pelo centro-direita, e pela esquerda Rubens Otoni (PT/GO), Érika Kokay (PT/DF), Chico Vigilante (PT/DF), Arlete  Sampaio (PT/DF), Wilmar Lacerda (PT/DF), entre outros, certamente não acreditaram nos que não deixam lastros, mesmo tendo passado pelo poder.
          Enquanto isso, outros líderes permanecem para sempre no imaginário popular, mesmo não tendo exercido efetivamente o poder, principalmente o Poder Executivo. São aqueles que só fizeram o bem pela região, por meio da generosidade e competência, mas não alcançaram o poder, por um erro de estratégia, ou não estava na hora determinada por Deus. 
Dona Iris, Adolfo Lopes e Iris Rezende, preocupados com Valparaíso pós Pandemia da Covid 19

          Uma dessas lideranças que começa a reaparecer com muita força é o ex-vice prefeito de Valparaíso em Goiás, Adolfo Lopes (PRTB). Lutador incansável, sempre ao lado da companheira Palmelina, Adolfo é um homem que tem a família como a maior referência da humanidade. Dono de um currículo invejável, pois é auditor aposentado do GDF, formado em Direito, Economia, Administração de Empresas e Pedagogia,  o  ex-vice-prefeito de Valparaíso já foi secretário do saudoso governo Joaquim Roriz e contribuiu na divisão do Estado do Mato Grosso do Sul, onde foi também secretário de Estado. 
          Adolfo foi vice-prefeito de Leda Borges, quando se elegeram em um dos pleitos mais disputados da história de Valparaíso, quando a parceria de Adolfo foi fundamental e estratégica para a vitória da tucana, que graças a essa vitória e a boa administração que fez com a colaboração de Adolfo, se firmou como política e se reelegeu prefeita e ainda conquistou dois mandatos como deputada e foi sem dúvidas uma das mais competentes secretárias do então governador Marconi Perillo (PSDB).
          Alcançado pela reportagem do site Bom dia Goiânia, Bom dia Minas Gerais, Formosa nas Entrelinhas e Brasil Notícias, Adolfo Lopes foi cordial como sempre. Perguntamos por sua saúde, sua situação jurídica, caso participe da eleição de 2020, bem como o seu projeto político na eleição que deverá ocorrer no dia 6 de dezembro. Ele respondeu sem pestanejar: "Como político ficha limpíssima e sem nenhum problema jurídico que me impeça de concorrer nas urnas em 2020, tenho recebido convites irreveláveis. Minha saúde nunca esteve tão boa, o nosso Deus tem sido muito generoso comigo, pois a minha companheira de décadas, a Palmelina, continua a me incentivar no dia a dia e na atividade que adoro, que é a política usada para fazer o bem para o próximo. Após a pandemia da covid 19, acredito que a eleição de 2020 será o pleito em que valerá a história, o caráter e o preparo e conhecimento de gestão.    E mais, acredito que depois da pandemia o povo saberá definir melhor o perfil para administrar a nossa sofrida Valparaíso!

Dona Palmelina e doutor Adolfo, de bem com a vida e em um momento de descontração

          Sou filho de um militar que veio para Brasília acompanhando o doutor Juscelino Kubitschek e de uma pianista muito querida e admirada por familiares e alunos. Talvez por isso eu tenha sabido unir a razão, determinação e responsabilidade com a sensibilidade. Caso eu receba o chamamento do vice-presidente Mourão, que lidera politicamente o meu partido no país, ou meu governador Ronaldo Caiado e outros líderes como o senador Izalci Lucas do DF e meu amigo Iris Rezende Machado; estarei pronto para ser novamente candidato a prefeito de Valparaíso que amo muito, ou compor com algum nome que tenha o apoio do povo e seja de nosso segmento, centro-direita", concluiu Adolfo Lopes. 
          Como se vê, Adolfo Lopes está no páreo na disputa para prefeito de Valparaíso. Com sua experiência, preparo intelectual e discurso forte que empolga o povo, além de seu bom relacionamento em Brasília e Goiás, doutor Adolfo é um dos quadros mais preparados que poderá ajudar  Valparaíso a se desenvolver e enfrentar a pandemia, que não sabemos se terá fim ainda neste ano!


quarta-feira, 27 de maio de 2020

TONY TORNADO (90 ANOS) E SEU PAI (108 ANOS)- PODERÃO SER GAROTOS-PROPAGANDA NO COMBATE AO CORONAVÍRUS



Programa Respeita Januário ! 

Músicas: Tony Tornado e Trio Ternura- BR3
                Luiz Gonzaga - Respeita Januário

Apresentação: jornalista Walter Brito

Fotos: retiradas da web

Edição: Cely Freitas

Contatos: Jornalista Walter Brito - 61996624395
                 Cely Freitas - 62 99804-3795

segunda-feira, 11 de maio de 2020

DE VENDEDOR DE BANANAS PARA O PARLAMENTO MUNICIPAL DE FORMOSA!

Celso Salgado é filiado ao Partido dos Trabalhadores - PT.


Por: Walter Brito
A covid 19 continua matando o povo brasileiro sem dó e nem piedade, já contando mais de 12 mil pessoas mortas e 170 mil infectadas em todo o país. Ainda assim, disse o ex-juiz Márlon Reis, criador da Ficha Limpa e hoje um dos mais importantes advogados eleitoralistas do país, que as eleições serão realizadas ainda neste ano de 2020. Ele falou com exclusividade para o Programa Respeita Januário, que este repórter mantém no You Tube e lá defende de forma inconteste a terceira idade, especialmente no Rio de Janeiro, onde resido. O nosso programa aborda outros assuntos como economia, política, desenvolvimento social, covid 19, entre outros, desde que tenha relação com a terceira idade.
No município de Formosa-GO, a pré-campanha para vereador e prefeito, encontra-se a todo o vapor. Neste sentido, eis que surge um pré-candidato forjado na luta diária pela sobrevivência, chamado Celso Salgado, cuja história vale a pena ser contada. Celso é filho de Alexandre Salgado e Anair Ferreira Salgado, tem cinco irmãos e reside no Bairro do Abreu.
Ele viveu uma infância de menino pobre, mas muito feliz. Nos primeiros  anos de sua vida de menino levado, foi pescando e tomando banho na Lagoinha no Abreu, buscando pequi e araticum no cerrado, jogando finca, biloca e participando de rodadas de pião. Ainda assim lhe sobrava tempo para estudar e trabalhar. Aos sete anos de idade, teve que se transformar em vendedor de bananas, para contribuir com o complemento da renda familiar.
Celso teve como incentivadora na sua vida profissional e pessoal a saudosa Dona Camila, mãe do Daniel fiscal, que lhe ensinou a vender bananas, o que o transformou em um menino de sucesso e preparado para enfrentar as adversidades da vida. Além disso, Dona Camila lhe ensinou bons modos, como se comportar em público e o educou até no sentido de lavar bem as mãos, especialmente antes das refeições. Depois do estágio como vendedor de bananas, Celso tornou-se um grande comunicador ainda infante. Por isso, ele foi um excelente engraxate nas ruas de Formosa, e feirante competente por diversos anos. Com o amadurecimento, ele se estabeleceu como empresário e loja montada na Rua Visconde de Porto Seguro, a principal do movimentado comércio formosense.
Agora, atua como vendedor e representante de grandes marcas nacionais de colchões, cuja atuação se dá em diversos estados, fruto do dom da palavra que lhe abriu portas, Goiás e Brasil afora!
Celso Salgado agora pretende ajudar o povo formosense, atuando como vereador no parlamento municipal de Formosa. Caso seja aprovado na convenção de seu partido e seja eleito vereador, o pré-candidato pretende elaborar leis que melhorem a vida dos cidadãos mais humildes  e também fiscalizar com rigor o Poder Executivo. Entrevistado pela reportagem, Celso afirmou: "Fui criado por uma família pobre, mas rígida e honesta. Por isso, o prefeito terá que agir de forma correta e transparente, caso contrário terá a minha oposição, pois não aceitarei a roubalheira do dinheiro do povo". Disse.
Questionado sobre projetos que serão apresentados, caso seja eleito, ele argumentou: "Apresentarei, caso seja eleito, projeto para a criação de três casas velatórias  nos bairros mais humildes da cidade, pois todos nós, independentemente da condição social, temos que viver e morrer com dignidade. O povo menos favorecido de Formosa não tem onde velar seus entes queridos, o que é um absurdo", disse. Questionado pela reportagem, sobre o que ele pretende fazer pelos comerciários de Formosa, já que sua trajetória vem do comércio varejista, ele respondeu sem pestanejar: "Nesse sentido vou apresentar um projeto para que o comércio de Formosa, aos sábados, feche as portas ao meio dia e sem distinção", concluiu.
Celso Salgado é pré-candidato a vereador pelo partido dos trabalhadores - PT. O partido de Lula tem diversas lideranças na cidade, entre as quais, Maria José Waiss, amiga pessoal de Lula, José Dirceu e Aloísio Mercadante, entre outros. Ao que tudo indica, o PT tem possibilidades de eleger uma boa bancada em outubro no município de Formosa, pois os pré-candidatos são de altíssimo nível. Desejamos sucesso ao Celso Salgado!

quarta-feira, 6 de maio de 2020

BAIANINHO, O HOMEM DE SETE VIDAS QUE VENCEU A COVID-19 AOS 76 ANOS

Na foto, Carlos Eduardo Palma, Nídia Marlene Fernandes e Baianimho, o homem  que enfrentou o Covid 19  aos 76 anos de idade


Por: Walter Brito

O meu dia hoje, 5/5/2020, começou inusitado aqui em Copacabana, no Rio. Eu que já passei dos 60, permaneço bem quietinho em casa como determina a Organização Mundial de Saúde - OMS, pois a Covid-19 está a todo vapor. Segundo reportagem do último domingo no Fantástico, o vírus é transmitido até por meio do ar.
Eu estava bem tranquilo revendo o Programa Respeita Januário, que mantenho diariamente no You Tube, sempre às 7 da manhã. A publicação desta terça-feira foi sobre o passamento dos já saudosos amigos e astros da cultura nacional, o colega escritor Aldir Blanc e o ator do primeiro time da Globo, Flávio Migliaccio.
O primeiro faleceu aos 73 anos, de Covid-19, e o Xerife, supostamente foi suicídio aos 85 anos. Foi encontrada uma carta com uma frase forte que diz: Me desculpem, mas não deu! - A velhice neste país é o caos.
Aldir Blanc foi um boêmio em sua juventude, com quem tomei muitos pileques na Vila Izabel de Noel, na Lapa e Leme, passando Copa e Ipanema, mas não fomos juntos ao Pontal no Recreio. Aldir, em parceria com João Bosco, fizeram o belo hino entoado por Elis Regina, O Bêbado e a Equilibrista. Flávio Migliaccio me foi apresentado no início dos anos 80 no Teatro João Caetano, em minha juventude plena. Por diversas vezes o entrevistei e era sempre criativo em suas respostas. Ambos pessoas do bem. Ainda não tinha concluído minha tarefa de rever a edição do vídeo que hoje foi ao ar atrasado, eis que liga em meu celular um outro idoso, direto de Brasília, a capital do poder.
O Baiano, de chapéu branco e personalidades que frequentam o clube mais famoso do Brasil
Tratava-se do Baianinho que, aos 76, venceu por meio de muita luta a covid-19. E já foi pontuando: "Você pensou que eu iria visitar o Nilson Curado mais cedo, não é? Pois estou são e salvo do coronavírus", disse. Nilson foi o famoso advogado criminalista que faleceu aos 56 anos.
O eterno assessor do ex-presidente José Sarney, o advogado Hezir Spíndola e o Baianinho em sua mesa cativa no Iate

Baininho foi, em seu tempo, o mais famoso professor de geografia da Rede Educacional do DF. Era o famoso professor Walmar Montenegro Mattos. Os alunos do Elefante Branco ficavam em polvorosa em dia de prova, pois as provas eram difíceis, bem elaboradas e ninguém colava. Só passava quem sabia. Assim foi em todos os colégios pelos quais ele passou. Voltando ao meu dia que começou inusitado, foi uma festa em tempo de Covid-19, quando o velho amigo e professor porreta Walmar Montenegro Matos me disse ao telefone que estava livre do coronavírus. No mesmo instante eu lhe disse que a minha matéria de hoje teria o título: "Baianinho, o homem de sete vidas que venceu a Covid-19 aos 76 anos". Aqui está! Foi uma mistura de alegria, de fé e saudades da amizade de 49 anos, ou seja, quase meio século.
Baianinho de peruca rosa em um dos carnavais do Iate Clube de Brasília
Foi Baianinho que me levou pela primeira vez ao Iate Clube e, junto com Nilson Curado, abriram as portas da alta sociedade para  um menino negro, simples e com apenas 16 anos, vindo da cidade de Formosa-GO, no Entorno de Brasília. Naquela ocasião, um garoto sem recursos financeiros estudar no famoso Elefante Branco era coisa que só existia em sonho ou no cinema, pois praticamente nem sequer televisão tínhamos no interior de Goiás.
Vale ressaltar que o Iate Clube já ganhou diversos títulos como o melhor clube do Brasil. O Iate foi inaugurado em 5 de abril de 1960, anterior à inauguração de Brasília, por isso a afinidade de JK com o clube. Juscelino Kubitschek disse da altura de sua sensibilidade a seguinte frase: "O Iate Clube de Brasília é a sala de visitas da nova metrópole". E Baianinho, a maioria de seus 76 anos, passou dentro daquele clube que é sua paixão e ele é o comodoro vitalício, por consideração de seus pares e com o respeito de meu amigo, o comodoro de fato e de direito, doutor Rudy Finger.
O orçamento anual do Iate é maior que o orçamento de 40% das 5570 prefeituras brasileiras. É lá que, depois de aposentado, o Baianinho passa o tempo em sua mesa cativa, de frente para o Lago Paranoá e de frente à melhor paisagem do clube, de acordo com os grandes fotógrafos e artistas plásticos renomados, como Siron Franco e outros. Passa pela mesa do Baiano a República e os empresários renomados do poder. O clube está fechado, conforme determina a Organização Mundial de Saúde - OMS, pois a Covid-19 que assusta o planeta Terra já matou quase 8 mil brasileiros e está com mais de 100 mil infectados. Mas ainda assim, o meu amigo Baianinho sobreviveu. Breve, ele espera ocupar sua mesa cativa e esperar passar por lá o presidente Jair Bolsonaro. Vale lembrar que no estatuto do Iate Clube existe um cláusula, em o presidente da República eleito tem a prerrogativa de receber gratuitamente o título do Clube.

 Baianinho de chapéu branco e bola amarela na mão. Com ele, alguns dos frequentadores do Quartier Latin no Iate Clube de Brasília
Embora o comodoro Rudy Finger já tenha conversado em audiência sobre o assunto com o general Heleno no Palácio do Planalto, o presidente priorizou andar pelas padarias e farmácias da periferia de Brasília e comer pastéis quentes com o povo de Cristalina-GO, no Posto JK localizado na BR-040, distante 130 km do Palácio do Planalto. Ainda assim, Baianinho disse a este repórter que assim que o clube abrir as portas após a pandemia, ele gostaria de oferecer um churrasco no Quartier Latin, a churrasqueira mais democrática e prestigiada do Clube, onde sentam à mesa os mais simples funcionários do clube ao lado da grã-finagem brasiliense.

UTI NO APARTAMENTO DO BAIANINHO

Baianinho e sua sobrinha em plena recuperação do Coronavírus


O baiano mais famoso de Brasília contou, via celular, a este repórter, de forma emocionada que há 42 dias não sai de casa e, se ele tivesse plano de saúde teria morrido, pois o tratamento dele era de alto risco e caro, por isso a empresa passaria três ou quatro dias analisando o seu caso, que precisava de ação imediata. Por isso, ele montou uma UTI dentro de sua casa com uma equipe médica de alto padrão sob o comando do doutor Eduardo Vilela. Ele disse ainda que, embora fora do peso, 76 anos completados em março, passou por um sofrimento terrível, sem vontade de se alimentar, febres constantes, a garganta inflamada e fechada, cansaço de levar comida à boca e dores por todos os lados, entretanto reagiu. Questionado se teve medo de morrer, ele deu uma risada sarcástica que só os baianos famosos como ele e Ruy Barbosa souberam e sabem dar, e arrematou: "Eu tive muita fé e acreditei firmemente na competência do doutor Eduardo Vilela e sua equipe, oportunidade em que agradeço a Deus, ao doutor Eduardo, à solidariedade de amigos que estão ligando de diversos lugares do planeta Terra, de meus amados irmãos: Osdyr Brasileiro Matos, Osdymar Montenegro Matos, Waldyr Montenegro Matos Júnior (Boró) e meus de mais familiares. Assim que eu puder, vou visitar o Sequinho, dono da banca de revista da quadra em que moro na Asa Sul”. Sequinho é irmão do ex-senador maranhense Chiquinho Escórcio. “Diga ao mundo por meio desta reportagem, meu amigo Walter Brito, que o Baianinho sobreviveu à covid-19", concluiu.

O baianinho e uma amiga frequentadora do clube mais famoso do Brasil
Contato com Walter Brito: (61) 99662-4395

MÃE ÁFRICA - MUNDO DAS APARÊNCIAS! MUNDO REAL! - MARCOS GARZON

Marcos Garzon é autor de 105 livros. A sua próxima obra será lançada na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro


Conforme os cientistas, a humanidade teve origem no berço da Mãe África, espalhando-se através de um longo tempo pelo planeta, formando todos os povos, através dos processos evolutivos.
Um trabalho exaustivo e fantástico dos ritos da natureza no seu incansável trabalho de criatividade e aperfeiçoamento de todas as formas vivas.
Partindo tudo, estruturas minerais, flora e fauna, seres humanos, pelas mesmas exaustivas etapas que levam o carvão a virar um diamante puro.
Assim, nossa Mãe Natureza África a todos nós gerou, e brilhará para sempre como a fonte geradora de todos os seres humanos.
Contudo, como Mãe desconsiderada pelos filhos, vem sofrendo demais através do tempo. Sim! Muitas dores desde os partos iniciais até o presente, passando por incontroláveis explorações das suas riquezas naturais; pelas forças colonizadoras dos autodenominados civilizados, apenas na aparência, selvagens na essência; pelos horrores da torpeza escravagista; pela dizimação da fauna e toda a sua exuberância de animais; pelos que vieram com seus conceitos religiosos, portadores da verdade, que não se importaram em conhecer o sensacional prisma da verdade vivenciada e praticada pelos habitantes locais; e pela cultura que esses pretensos civilizados trouxeram  e impuseram a todos os africanos.
E o tempo foi passando! E a maioria dos que se consideram e são chamados afrodescendentes não compreendem que todos nós, brancos, amarelos, vermelhos e negros, somos verdadeiramente afrodescendentes!
A maioria da raça negra, homens e mulheres que se consideram como os únicos afrodescendentes não se preocupam com a Mãe África, adotando apenas ares, cabelos, roupas, maneirismos, mas não participam de movimentos ou ações para o benefício e desenvolvimento dos povos africanos. Nem se envolvem com a poderosa força religiosa dos ancestrais - os Orixás - que existem e vivem no outro verso cósmico, paralelo ao nosso, conforme citei no meu livro O PLURIVERSO, que escrevi e registrei na Biblioteca Nacional em 1994. Uma percepção pluriversal e pluridimensional absolutamente sensacional que eles têm!
Celebridades nacionais e internacionais, grandes nomes, como o ex-presidente Obama, que perdeu o tempo e a oportunidade de levantar e tremular bem alto a Bandeira África, que poderiam movimentar fantásticos volumes de recursos para ajudar os nossos semelhantes naquele continente, não movem uma palha pra nada! Só perfumarias e abstrações teóricas! E a sede, a fome, as doenças obrigando milhões de seres humanos a peregrinar através de imensas migrações e sofrimentos inenarráveis!
Os países desenvolvidos erraram, porque buscaram apenas explorar o máximo possível a África, mandando até seus lixos atômicos e eletrônicos pra lá, em vez de investirem para o desenvolvimento agrícola e industrial da região, procurando manter aqueles seres humanos em seus países e não serem obrigados a pressionar para os receberem, para escaparem também de ditadores terríveis. 
Aparências! Superficialidades! Artificialismos! Frivolidades!
Enquanto que a realidade africana é brutal, com miséria extrema, cercada de riquezas, belezas, um excepcional panorama religioso e cultural.
Mãe! Mãe África, nos perdoe! Como disse um elevado peregrino do Cosmo pelo nosso planeta - Eles não sabem o que fazem! Nós não sabemos o que fazemos!
Ainda não aprendemos a praticar, a materializar o amor fraternal de Cristo, vivenciando-o, no máximo, muito mais fácil, na sua parte teórica!

segunda-feira, 27 de abril de 2020

DEMISSÃO DE MORO CHAMA CIRO GOMES PARA O DEBATE

Moro e Ciro poderão duelar forte em 2022

Por: Walter Brito

Dia 23/4 é o dia de São Jorge aqui no Rio de Janeiro e, depois do carnaval, é a data mais importante da Cidade Maravilhosa. Mas o justiceiro São Jorge chegou chegando mesmo foi em Brasília, a capital de todos os brasileiros.
A demissão de Sérgio Moro faz o Brasil viver uma situação inusitada e nunca vista antes em nossas fronteiras. Além da Pandemia da Covid-19, que assusta o mundo e ameaça a vida de brasileiros de todos os cantos, já com quase quatro mil mortes e aproximando de sessenta mil infectados, agora a crise política antecipa a sucessão presidencial.

Bolsonaro deverá governar até o final de seu mandato. Michelle dá suavidade ao governo Bolsonaro
Sabemos que em nenhum momento Moro tenha pedido para sair do governo formalmente, mas foi demitido em condição sumária por Jair Bolsonaro, de temperamento imprevisível e, pelo que parece, nunca almejou ser uma ‘rainha da Inglaterra’ no poder.
A popularidade de Moro no primeiro ano de governo fez do homem de Curitiba um personagem muito poderoso no governo, o que incomodou sobremaneira a Bolsonaro e seu clã familiar.
Por isso, sob a orientação do vereador carioca, o Carluxo, Bolsonaro foi, aos poucos e estrategicamente, tirando os poderes do superministro Sérgio Moro. O pacote anticrime de Moro foi desfigurado; o Coaf, pérola mágica do ministro, saiu de suas mãos de forma articulada. Logo, Moro, que tinha carta branca e porteira fechada no ministério, não podia mais manter seus escolhidos, e aliás foi impedido de nomear a cientista política Ilona Szabó para sua pasta.

Carlos Bolsonaro nada produziu como vereador no Rio. Funciona bem como mentor da clã Bolsonaro

Carlos Bolsonaro, que nada produziu como vereador no Rio durante seus mandatos, mas é, presumidamente, o pensador da política que sustenta o clã Bolsonaro no poder, certamente foi o estrategista que derrubou o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, no dia de São Jorge.
Como se observa, Moro tinha ciência de que seria defenestrado do poder, desde o dia em que pediu demissão da magistratura. Uma pista importante disso ocorreu na fatídica noite de quinta-feira, 23/4, quando Valeixo ligou para Moro avisando que sua demissão seria publicada no Diário Oficial da União no dia seguinte, a pedido. Imediatamente, Moro acionou seu Plano A, possivelmente montado antes de sua nomeação como ministro do governo Bolsonaro. Acredito que, antes de ser nomeado, de forma detalhada com a “república de Curitiba”, seus conselheiros internacionais e os poderosos da mídia nacional, que sua saída da magistratura, depois de 22 anos de serviços prestados e seu nome em alta por muito tempo, inclusive como a maior personalidade das mais altas rodadas de conversas informais do país, Moro certamente estudou, com muita antecedência, o comportamento explosivo e imprevisível de Bolsonaro, conhecido pela maioria que acompanha a política nacional, desde o primeiro mandato como vereador no parlamento municipal do Rio de Janeiro.
Quando Moro entrou no governo, sabia que não ficaria muito tempo. Convicto de que foi um dos responsáveis pela eleição de Bolsonaro, obviamente imaginou que seria usado para dar credibilidade ao governo bolsonarista. Na sua cabeça, Moro usaria o cargo como escada para chegar ao Palácio do Planalto e ocupar sua principal cadeira.
Embora não domine a língua portuguesa como deveria, como critica constantemente o jornalista Reinaldo Azevedo, Moro também não é considerado um grande jurista, dizem alguns conhecedores do direito. Entretanto, Moro pensa bem, é determinado de forma extrema, ambicioso, além de ter sido bem treinado no país do Tio Sam.
Quanto às críticas de Reinaldo Azevedo, referentes aos erros crassos de português e o questionamento de juristas de proa, que não dão crédito ao saber jurídico do paranaense, isso evidentemente não tem tanta importância, sobre liderar os rumos de um país. A capacidade de influenciar e mobilizar pessoas em prol de um objetivo é o diferencial entre um grande líder e um chefe comum. Nesta seara, Moro dividiu os bolsomínions ao meio, começando pelo Congresso Nacional.
Existem muitos chefes políticos no Brasil e no mundo que não dominam sua própria língua, mas têm uma capacidade enorme de mobilizar pessoas, principalmente em países de pouca escolaridade.
No caso específico de Sérgio Moro, que treinou mais que estudou e sempre nutriu uma gana pelo poder desde infante, não importa a Pandemia da Covid-19, com a hora de sair no governo, o fundamental é o seu tempo. Neste sentido, vale lembrar que na juventude plena de Moro no Paraná, sua referência era o então poderoso Álvaro Dias, hoje senador pelo Podemos. Grande tribuno e dono de um discurso eloquente, Álvaro Dias era admirado por Moro que cursava o ginasial. Moro já sabia, de antemão, que não seria tão eloquente quanto o seu primeiro ídolo, mas declarou em sua juventude que seria um Álvaro Dias, pois ele queria o poder.
Neste sentido, Moro abandonou a magistratura, mesmo com o protesto de seus pares e, na sua cabeça, o seu tempo como magistrado tinha chegado ao fim e saiu de Curitiba com o sentimento único de liderar o país. Sabemos que por mais de 500 anos a corrupção rolou solta, e Moro, com a marca forte da anticorrupção, sempre teve como plano A ser o comandante maior da nação brasileira.
No governo Bolsonaro ele aguardava o seu momento certo, mesmo engolindo sapos, sendo chamado à atenção publicamente por Bolsonaro, num tempo em que sua popularidade era maior que a do presidente. Ainda assim, ele aguentou firme, pois a hora não era aquela.
Bolsonaro, já desgastado pelas forças políticas sob o comando do poderoso DEM, representante da mais poderosa oligarquia que governou o país com mãos de ferro, desde as capitanias hereditárias, na Pandemia da Covid-19, mais poderoso ainda, pois além de comandar o Congresso, com Rodrigo Maia na presidência da Câmara e David Alcolumbre no comando do Senado, o deputado mineiro do DEM, o médico e então ministro da Saúde, Luís Henrique Mandetta, foi transformado em primeiro-ministro, enquanto que Jair Bolsonaro posava de ‘rainha da Inglaterra’ travestido de menino teimoso, que saía pelas padarias, farmácias e até churrasquinhos de gato, no intuito de salvar a economia. Nesse momento crucial, Moro deu força para Mandetta, pois precisava conquistar os poderosos da nação, que tramaram as capitanias hereditárias.
Se ocorresse uma reviravolta qualquer na política nacional, e se diminuísse o poder de Moro, ele até que poderia pensar no Supremo e concordar com a proposta da deputada Carla Zambelli e dizer sim, ao contrário do: "NÃO estou a venda", sem crase no a. Não é, professor Reinaldo Azevedo?
Moro continuava poderoso e seguro de si e naquela noite, dia de São Jorge, em Brasília, Moro, ao receber o telefonema de seu braço direito, que seria demitido a pedido, Moro que é bem treinado, lembrou-se que seria falsidade ideológica a publicação da exoneração de seu apaniguado sem a assinatura do ministro da Justiça. Mais uma prova contra Bolsonaro. Por isso, ele uniu o útil, que era a demissão de seu homem de confiança na Polícia Federal, com o agradável, a exoneração, sem sua assinatura. Imediatamente Moro acionou a imprensa e convocou a reunião das 11 horas em seu gabinete.
Com todo o poder nas mãos, a essa altura do campeonato, Moro estava pouco se lixando para a Pandemia da Covid-19, com a vida dos 407 brasileiros que tinham morrido naquele dia e os outros milhares que poderão morrer daqui para a frente. Muito menos com o Supremo, que na verdade nunca lhe interessou. Depois de sua fama, ele não tinha interesse de se submeter ao saber jurídico existente na Suprema Corte, principalmente depois de ter sido criticado por Bial na TV Globo, ao pronunciar cônjuge erradamente.
Vale ressaltar que, depois da fama de maior personalidade pública da América Latina, ele não estava preocupado com a segurança de sua família, caso lhe acontecesse um mal maior e muito menos em arranjar emprego, como foi dito em sua coletiva para a imprensa. Trata-se de jogada de marketing para o povão ou para inglês ver.
Depois da fama, o futuro do ex-juiz e de sua família estão mais que garantidos.
Bolsonaro, por meio das orientações do filho, partiu para o ataque. Refiro-me ao vereador Carlos Bolsonaro, do Rio, que obteve 106.157 votos em 2016 , mas nada fez pela cidade de São Sebastião. Ele funciona como mentor e estrategista político do clã Bolsonaro.
A maioria pensa, Bolsonaro vencerá a disputa do disse-me-disse contra Moro, apesar dos indícios criminosos e algumas evidências. Ele certamente não conseguirá apagar a popularidade de Moro, mas receberá apoios consideráveis, dentro e fora do Brasil. Não é de seu feitio renunciar ao seu mandato, como muitos querem, entre eles, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


Bolsonaro é cria do Moro e Moro foi pago por meio do cargo de ministro da Justiça, que viabilizou seu projeto rumo ao Palácio do Planalto. Portanto, nenhum deve nada para o outro. Tudo indica que ambos disputarão a presidência da República. A largada foi dada em plena Pandemia do Coronavírus e no tempo escolhido por Sérgio Moro. Resta saber quem serão os outros nomes para o Planalto em 2022. A priori, destacam-se pelo centro-direita: João Dória (PSDB), Luciano Huck (sem partido), Wilson Witzel ( PSC), General Hamilton Mourão (PRTB), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Fernando Collor ( PROS) e o brigadeiro Átila Maia (PTB). Pelo centro-esquerda:  Ciro Gomes (PDT), Flávio Dino (PCB) e Fernando Haddad (PT).


No espectro da direita, alguns se insinuarão como presidenciáveis, tais como: Henrique Meirelles (MDB), Rodrigo Maia (DEM), entre outros, mas, na verdade, estes farão lob para se emplacarem em alguma vice competitiva.
Diz o ditado popular que a esquerda só se une na cadeia. Por isso, sabemos que dificilmente sairá uma aliança com o PT, que o partido do ex-presidente Lula não seja cabeça de chapa. Flávio Dino (PCB), governador do Maranhão, certamente já está conversando muito, pois é um excelente quadro e poderá  tentar convencer Lula, que com a direita rachada entre os dois maiores líderes Moro e Bolsonaro, a saída lógica é a unidade na diversidade, ou seja, mesmo que tenham pensamentos diversos, salvar a democracia é maior que a ganância do poder pelo poder.

O Saudoso Luiz Gushiken era Bahá'í. Ele explicou para Lula, o que é a unidade na diversidade. Tomara que o ex-presidente se lembre dos ensinamentos de seu ex-ministro
No meu entendimento, embora Lula seja ainda um importante líder e em recuperação de sua imagem devido aos 580 dias de cadeia em Curitiba, ele ainda é um doente que, sadio, certamente ainda terá muita força, mas o momento é do cearense Ciro Gomes, do PDT de Brizola.
Ciro tem em seu currículo um histórico invejável como parlamentar e gestor público. Deputado estadual do Ceará, prefeito de Fortaleza, deputado federal, governador do Ceará, ministro da Fazenda e ministro da Integração Nacional. Nas suas quatro décadas de vida pública, não consta nenhum ato de corrupção e por onde passou deixou sua marca forte como parlamentar e gestor público de grande competência. Entre todos os pré-candidatos acima colocados, Ciro é sem dúvidas o melhor debatedor dos problemas nacionais. Sua verve afiada e seu preparo intelectual, o profundo conhecimento da economia nacional e internacional são fundamentais neste momento de Pandemia, crise política e a economia no fundo do poço. O apelo que Ciro Gomes tem no Nordeste brasileiro e os 13. 344.366 de votos na eleição de 2018, sem a estrutura partidária que tem a poderosa máquina do PT, obviamente o cearense tem as credenciais de conduzir os progressistas, no momento da derrocada de um dos maiores líderes da esquerda no mundo, que foi Luiz Inácio Lula da Silva, coincidentemente com crise pandêmica da Covid-19, que assombra o mundo e mata brasileiros de todos os cantos, de todas as idades e segmentos sociais, sem piedade, além da crise política que se instalou na poderosa, mas frágil nação brasileira.
Por isso, precisamos fazer valer o título desta matéria: A demissão de Moro chama Ciro Gomes para o debate! Independentemente de cor partidária, o Brasil pede socorro e temos que contar agora com brasileiros que estão preparados para a hora certa. Atenção, líderes da esquerda: Lula, Flávio Dino, PSOL, PSB, entre outros, a hora é de união. Vamos unir as melhores cabeças desta nação e deixar que São Jorge faça justiça nas eleições de 2020 e 2022.

Contato com o jornalista Walter Brito: 61- 996624395

sábado, 25 de abril de 2020

Covid-19: Secti firma convênio de R$ 30 milhões em pesquisas e tecnologia para soluções inteligentes no DF

" Os investimentos devem estar voltados para a ciência, para que doutores e mestres apliquem seus conhecimentos em prol da saúde", disse Gilvan Máximo (foto), secretário de Ciência e Tecnologia do GDF


Para conter a pandemia do novo coronavírus no Distrito Federal, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) estabeleceu parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP), a Universidade de Brasília (UnB) e a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). Será investido o total de R$ 30 milhões exclusivamente para pesquisas e estudos que possam ajudar a população. O acordo foi firmado nesta quarta-feira (22) em cerimônia no Palácio do Buriti.

O secretário de Ciência e Tecnologia, Gilvan Máximo, prevê que os investimentos sinalizados para todas as etapas sejam feitos em mais de 100 projetos. “Trata-se de mais uma iniciativa sensível do GDF diante deste momento em que estamos vivendo, no qual os investimentos devem estar voltados para a ciência, para que doutores e mestres apliquem seus conhecimentos em prol da saúde”, destaca o secretário. 

O projeto visa à produção de materiais de testagem e mapeamento do contágio da doença na cidade, uma iniciativa que vai envolver pesquisadores da UnB. “A nossa parceria com o GDF só tem avançado e se estreitado. Gostaria de parabenizá-lo pelas ações [no combate à Covid-19]. Pretendemos cada vez mais estar à disposição do DF e que passe logo este momento”, declarou a reitora da UnB, Márcia Abrahão.

A parceria conta ainda com outros dois eixos prioritários, que serão aplicados em etapas seguintes. Um será focado no apoio a programas direcionados para a solução de demandas da Secretaria de Saúde, como o diagnóstico e a saúde das equipes de atendimento; e o outro irá fomentar o setor produtivo – como startups, micro e pequenas empresas – com ações e projetos de inovações tecnológicas e produtos voltados ao controle da doença e às consequências da pandemia de coronavírus no Distrito Federal.

O diretor-presidente da FAP-DF, Alessandro Dantas, também parabenizou a iniciativa da Secretaria de Ciência e Tecnologia e enfatizou que a atuação articulada entre governo, academia e setor produtivo é uma valiosa estratégia para o fortalecimento da capacidade de ação baseada em ciência, tecnologia e inovação. 

O governador Ibaneis Rocha acredita que somente por meio da pesquisa e da integração tecnológica iremos conseguir levar saúde à população do DF na forma que ela merece. "No Brasil, durante muitos anos, achou-se que saúde era feita dentro dos hospitais. Não é por aí. Saúde se faz exatamente na ponta, cuidando de quem precisa no dia a dia, evitando, assim, que as pessoas cheguem às portas das UPAs e hospitais”, declarou o governador. “Esperamos que esse conjunto de tecnologia e estudos seja uma constante no Distrito Federal”, acrescentou. 

As assinaturas que constam na parceria são do governador Ibaneis Rocha, do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Gilvan Máximo, da reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abrahão, do diretor da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), José Alessandro Araújo, e do chefe da Casa Civil, Valdetário Monteiro. O secretário-adjunto de Gestão em Saúde, Eduardo Pojo, também participou do ato.