quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O GESTOR RUDI FINGER TEM TUDO PARA VENCER ELEIÇÃO NO IATE CLUBE DE BRASÍLIA, DIA 05 DE OUTUBRO.

A chapa 11 Harmonia prepara sua ala jovem para a disputa amanhã.  Na foto o candidato a comodoro, Rudi Finger e os filhos: Lutânia e Rudi Júnior


Por Walter Brito

Eleição é coisa séria, e a administração de qualquer instituição, seja ela da iniciativa privada ou pública, é o que faz a diferença e beneficia, ou não, uma determinada classe social, no caso de instituição associativa. Ou mesmo o povo de uma nação, no caso de uma eleição presidencial.
É com este conceito que os associados do melhor clube do Brasil, o Iate Clube de Brasília, vão às urnas amanhã, dia 5 de outubro. São ao todo três chapas que concorrem à Comodoria.  Para a matéria em pauta, entrevistamos o líder em todas as pesquisas feitas no clube nos últimos dias. Trata-se do advogado aposentando da União, Rudi Finger, candidato a comodoro da chapa 11 Harmonia. O Conselho afinado com a chapa Harmonia é o 600. Entrevistamos também o ex-Comodoro Ênius Muniz, o empresário Bem Neto e o advogado João Rodrigues Neto, que emitiram suas opiniões sobre a participação da chapa 11 Harmonia na disputa.
Entre as propostas para a continuidade do trabalho do atual Comodoro, o doutor Edison Garcia, um dos melhores gestores da história do Iate Clube, o candidato Rudi Finger destacou:
1º IATE – GESTÃO Realizar o planejamento estratégico e estudo de modernização de processos e normas administrativas com o objetivo de dar mais agilidade no cumprimento de decisões e otimizar os recursos humanos do Clube. Manter e ampliar a transparência através dos mecanismos de informação sobre a contabilidade, situação financeira, decisões do Conselho Diretor e cronograma de obras. Atualizar o Plano Diretor para atender às legislações criadas mais recentemente e considerando os limites legais do terreno, redefinindo inclusive as áreas “nonaedificandi”
2º IATE – MULHER Prestigiar e ampliar a participação das mulheres na administração do Clube.
3º IATE – EDUCAÇÃO Promover a alfabetização de funcionários. Promover a capacitação dos funcionários do Clube, visando melhorar o atendimento ao sócio.
 4º IATE – CULTURA Dar continuidade aos eventos de música clássica. Incrementar as atividades culturais e artísticas para o público interno, com ênfase no infantil e juvenil. Executar a revitalização da Sauna Antiga para abrigar eventos culturais, artísticos e sociais e propor ao Conselho Deliberativo as normas de utilização.
5º IATE – ESPORTES Conscientizar os sócios sobre a importância das Escolas Esportivas Infantis, levando em conta a crescente necessidade da prática do esporte na formação do jovem dentro do atual contexto social em que vivemos. Ampliar o cais da náutica para criação de vagas molhadas para veleiros e lanchas. Reformar e ampliar a edificação destinada à EDN – Escola de Desportos Náuticos. Ampliar a cobertura da Tribuna do Futebol e reformar a churrasqueira. Construir cobertura de acesso ao Parque Aquático (piscinas semiolímpicas). Substituição da cobertura de quadras de tênis. Apoiar o aprimoramento de atletas e a realização de competições esportivas.
6º IATE – SUSTENTABILIDADE Implementar plano de eficiência energética no campus do Iate através da implantação de sistema fotovoltaico e de biodigestão, com Projeto Piloto em 2018.
7º IATE – SOCIAL E LAZER Promover eventos sociais e de lazer, inclusive os voltados para o associado jovem. Revitalizar a Sede Social. Revitalizar as churrasqueiras.
8º IATE – LEGAL E SEGURO Adequar o Clube às normas referentes ao SPCDA – Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (para-raios). Adequar as cozinhas do Clube às normas vigentes.
Entrevista com o Doutor Rudi Finger.

Pedimos ao candidato que falasse sobre seu projeto rumo à Comodoria, e ele disse:
“A gestão de um clube como o nosso, que recebeu o prêmio de melhor Clube do Brasil, tem que ser feita por quem tem experiência. Eu entrei como gestor no Iate Clube em 1993, ocasião em que o Ênnius Muniz era o Comodoro, e exerceu a função com muita competência por três mandatos bem-sucedidos. Naquela oportunidade eu entrei como Diretor de Churrascaria. A partir daí eu assumi todos os cargos da Administração do Iate Clube. Fui eleito seis vezes para o Conselho, fui vice-Comodoro e sou Presidente licenciado do Conselho do Iate. Com os privilégios que o Clube oferece em todos os setores aos seus associados, não podemos deixar aventureiros, sem o conhecimento necessário, assumir a direção de nossa instituição. Vale ressaltar que o Iate Clube é a minha segunda casa, onde eu, minha esposa e meus filhos e netos frequentamos diuturnamente e temos a maior segurança e conforto.
A administração atual é de excelência, contudo, queremos melhorar mais ainda. Aproveito a oportunidade desta reportagem, inclusive agradeço ao jornalista Walter Brito, para convocar nossos sócios para virem votar no clube amanhã, dia 5 de outubro. Tenho a convicção de que será uma data fundamental e histórica para a continuidade de um Iate cada vez melhor. Peço com humildade o voto de cada associado para a Chapa 11 Harmonia. O nosso Conselho, o número é 600”, finalizou.


O ex- Comodoro Ênnius Muniz
Entrevistamos o Ex-comodoro Ênnius Muniz,  que opinou sobre a eleição de amanhã: “O Rudi Finger é o mais preparado candidato para ser o novo Comodoro do Iate. Eu tive o prazer de administrar o Iate por três mandatos. Vale lembrar que em 1993, o título do Iate Clube custava R$750,00 e  permitia ser pago em três vezes”.  Hoje,  o título valorizou e custa em média cerca de R$100 mil reais. Continua o ex-Comodoro Ênnius Muniz: “Eu aproveito a oportunidade da reportagem e quero pedir o voto de cada Iatista para a chapa 11 Harmonia. Entendo que  o Rudi Finger conhece como ninguém a realidade do Iate e sabe como fazer para melhorar mais ainda o melhor clube do país. Finalizo dizendo o seguinte: “Não se muda o que está no rumo certo. A mudança por meio de apelos emocionais poderá ser trágica e irresponsável”, conclui.

Ennius administrou o clube por três mandatos

Bem Neto votará na chapa 11 Harmonia
Empresário do mercado financeiro, Manoel Bem Neto, sócio do Iate há quase três décadas, disse o seguinte: “Joguei futebol por muito tempo no Iate, ao lado do candidato a vice-Comodoro,  o Quinho Grossi,  de quem sou amigo. Durante o tempo que sou sócio do Iate, vejo o Rudi Finger trabalhando dia e noite para melhorar o nosso clube. Meus três filhos foram da Escolinha do Iate. Hoje,  observo que o esporte no clube continua avançando. Estou com a Chapa 11 Harmonia e o Conselho 600”, arrematou.

O sócio Bem Neto jogou futebol no Iate, ao lado do Quinho Grossi, candidato a vice-comodoro

Joaõ Rodrigues Neto
Um dos mais importantes advogados de Brasília, o doutor João Rodrigues Neto, que é  Iatista de longa data, juntamente com sua esposa, a brilhante advogada Marili, procurado pela reportagem, disse o seguinte: “Os cabeças brancas do Iate, com a experiência adquirida ao longo dos anos, certamente conhecem o rumo certo que o clube tem que seguir. Percebo ainda que a maioria dos que pensam um Iate cada vez melhor, tanto jovem ou mais velho, todos sabem que o dr. Rudi Finger é, disparado, o melhor nome para comandar o Clube que é símbolo de sucesso em nosso país. A meu ver, os associados de todas as idades vão ganhar com a eleição da Chapa 11 Harmonia, inclusive a juventude! Os adversários querem ganhar votos em cima da hora e estão apelando e tentando conquistar o voto de nossa juventude. Contudo, os nossos jovens também sabem que o melhor projeto, moderno e inovador, que inclusive tem a participação de parcela significativa de nossa juventude, é a Chapa 11 Harmonia. O nosso Conselho é o 600: vamos para a vitória!”, concluiu.

Percebe-se que a Chapa 11 Harmonia conseguiu unir todos os segmentos que frequentam o Iate Clube, inclusive os frequentadores, de todas as idades. Conversando com alguns associados, concluímos que a Chapa 11 Harmonia deverá obter votação expressiva amanhã dia 05 de outubro. O discurso opositor sobre a juventude motivou a juventude da Chapa 11 Harmonia. Por isso a chapa preparou um trabalho profissional para vencer as eleições de um clube, onde ocorreu os principais embates eleitorais da história de Brasília. Aliás, antes da realização de eleições partidárias da Capital Federal. Que vença a melhor proposta!

João Rodrigues Neto é iatista de longa data

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A CHAPA 11 HARMONIA: “CRESCE E PODERÁ VENCER NO IATE DIA 5 /10”

A chapa Harmonia, liderada por Rudi Finger, candidato a Comodoro de um dos melhores clubes do Brasil, o Iate Clube de Brasília-DF, tem tudo para vencer a eleição que ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 5 de outubro. A reportagem entrevistou o advogado aposentado da União, Rudi Finger, que falou de suas propostas para a nova gestão do clube, cuja matéria será publicada nesta terça-feira, 3/10, pelo nosso site.

Percebemos na conversa com os associados no final de semana, que de cada dez eleitores, pelo menos seis têm simpatia pelas propostas da chapa 11 HARMONIA. O slogan é: “Gestão integrada para um Iate ainda melhor”. Veja as palavras de Rudi Finger no vídeo abaixo.


Deu no Diário da Manhã: 70 anos do gênio


Por: Walter Brito

Um dos maiores artistas plásticos do Brasil em todos os tempos, o goiano Siron Franco completou 70 anos no dia 26 de julho. Tive o prazer de conhecê-lo e me tornar seu amigo em 1975, quando Siron ganhou o prêmio de melhor artista brasileiro, na décima terceira Bienal em São Paulo. Estreitamos a nossa amizade quando escrevia em um jornal na cidade de Goiânia no ano de 1976, oportunidade em que o entrevistei por diversas vezes. Naquele ano ele ganhou um prêmio e, por meio de uma bolsa, foi fazer curso e passar uma temporada na Europa. Reencontrei Siron quando eu morava no Rio de Janeiro, em 1979. 
Naquela ocasião o artista estava expondo a sua obra: Retratos Imaginários na famosa galeria Bonino, no requintado bairro da Gávea, no Rio de Janeiro. Fui lá fazer a cobertura para o caderno de cultura do jornal Tribuna da Imprensa do lendário jornalista Hélio Fernandes. Encontrei Siron alegre com o sucesso de suas telas e ao lado de personalidades como Agildo Ribeiro, Dina Sfat, Renato Pacote, Lucélia Santos, Ziraldo, Jaguar, entre outros.  Nas últimas décadas, sempre frequentei o seu atelier em Goiânia e também na sua chácara, em Aparecida de Goiânia. 
Estivemos juntos em um projeto na cidade de Porto Seguro - BA, quando o artista foi atender à solicitação do prefeito José Ubaldino Alves, em 1992. Siron fez o esboço de um monumento para aquela cidade histórica. Em 2006, quando lancei no Teatro Nacional, em Brasília, o livro Memórias de uma Família Negra Brasileira, o amigo Siron assinou a capa com uma de suas geniais criações. No mês de maio último, antes de o artista viajar para Roma-Itália com o objetivo de lançar uma nova coleção, eu estive em seu atelier, ao lado do nosso amigo comum, o futuro advogado Daniel Silva. A exposição do goiano genial ocorreu na embaixada do Brasil em Roma, no Palácio Pamphilj. A exposição Attenzione Fragile (Atenção Frágil). 


A mostra, que é inédita no planeta Terra, causou um grande frisson na Itália. Vale lembrar que quando Siron nos mostrou no chão de seu atelier mais uma das obras interessantes e criativas do artista goiano. Ele explicou que naquele espelho quebrado ele colocaria 59 esculturas em resina transparente. Siron também mostrou uma rede de malha, laminada em ouro, que segundo o artista representa a violência. A referida mostra retrata a fragilidade das relações humanas e também entre as nações: “Estamos num momento em que paradoxalmente tudo acontece cada vez mais de forma interconectada”, disse.           

Depois de apresentar seu novo trabalho, Siron falou sobre diverssos momentos de sua vida, entre os quais o encontro com Joan Miró. “Eu estava morando na Espanha, quando recebi um prêmio de viagem, momento em que fui à embaixada brasileira e encontrei uma revista muito bonita e que me impressionou, pois retratava a vida do famoso artista Miró, pelo qual eu tinha uma admiração enorme. Por uma grande coincidência, na antessala do embaixador, eu conheci um grande amigo do Miró. Naquele mesmo dia essa pessoa falou de mim para a celebridade internacional, o qual pediu que eu fosse ao seu atelier. Chegando lá ele foi muito gentil comigo e disse que tinha vontade de conhecer um artista plástico brasileiro, por ter sido amigo do poeta e diplomata brasileiro João Cabral de Melo Neto. Miró estava fazendo um tapete gigantesco e me deu atenção especial. Percebi sua preocupação aos quase 90 anos de idade, com a tela que ele faria seu trabalho. Dobrava e redobrava aquela tela para ver se teria efetivamente durabilidade. Achei aquilo fantástico, pois uma pessoa com quase 90 anos preocupada com o trabalho que ele deixaria para a posteridade, é amar muito o que faz. A minha admiração pelo artista aumentou 100%. Foram 40 minutos emocionantes com um artista da estirpe de Joan Miró”, lembrou.  Questionamos o artista sobre seus temas mais fortes e que lhe dão prazer de relembrar. Ele foi taxativo e argumentou: “Cada instalação, escultura ou pintura que faço tem suas peculiaridades e todas são importantes, mas agora me vem à mente a bandeira dos caixões”. Na oportunidade foram distribuídos 1020 caixões de crianças que Siron pintou de verde, amarelo, azul e branco, os quais visto de frente ao Congresso Nacional. “Outra instalação que lembro agora é a dos animais, simbolizada pelas Antas. Entendi que o gramado do Congresso Nacional em Brasília seria mais importante do que se estivéssemos fazendo uma instalação de protesto em uma grande Bienal. Fizemos instalações que repercutiram mundo afora de frente ao poder na capital brasileira. Vale ainda ressaltar que o Fernando Collor sempre foi meu amigo e gosto muito dele. Eu o conheci antes de ser presidente do Brasil. Entretanto, quando ele teve problemas em seu governo, eu não pensei duas vezes e instalei uma ratoeira gigante de frente ao Congresso Nacional, na qual o queijo foi substituído pelo mapa do Brasil. Collor entendeu que era a manifestação de um artista retratando o pensamento de uma nação. Por isso ele ficou quieto e aceitou a ratoeira com parcimônia”, disse. Sobre o seu dia a dia, Siron disse que acorda muito cedo em sua casa e vai direto para o atelier trabalhar: “Quando eu tinha filhos pequenos eu sempre fiz questão de levá-los para a escola, conversando muito. Fiz isso com todos os meus filhos e sempre achei importante aquele papo de pai e filho a caminho da escola, pois os dois aprendiam”, explicou. Sobre a rotina da criação, o setentão explicou com detalhes e exemplo: “Levei quinze anos para fazer um quadro. Iniciei o trabalho quando eu morava na Bahia em 2002 e terminei agora, às vésperas de meu aniversário, quando completarei 70 anos. Não significa que fiquei pintando o mesmo quadro esse tempo inteiro, contudo existem determinados detalhes numa pintura, que o artista demora a encontrar para fechar a sua obra. É como se você que é repórter tivesse escrevendo um artigo e não encontrasse a palavra adequada para um determinado parágrafo, ou um escritor, que começa a escrever um livro e o seu fechamento só ocorre cinco anos depois”, comparou o artista. Siron disse ainda que no seu processo criativo na pintura, ele não gosta de ficar repetindo a mesma linha durante muito tempo. “Aquilo que você muito repete é o que vai te matar. É preferível você entrar por outro caminho que ainda não conhece. O artista exemplifica para ficar mais claro: “No passado, quando criei aquele estilo das peles de onça, o sucesso foi enorme. Quando tudo estava no auge e asgalerias vendendo muito as minhas telas, eu parei de fazer e passei a pintar em outra direção”, explica. O jovem Stakeholder e futuro advogado Daniel Silva, amigo meu e do Siron, pediu que ele definisse a artes, e o goiano explicou. Eu não consigo definir a mim, como também não consigo definir formalmente a arte. Eu sou pedaços do que fui construindo. Como li muitos livros sobre as artes, eu me defino como uma colcha de retalhos agregando muitos pintores. A arte é universal e existiu em todas as sociedades, desde as mais remotas. Neste sentido, eu gostaria de relembrar o poeta Ferreira Gullar, que me disse um dia: ‘A arte existe porque a vida não basta’. Portanto, a arte está em todas as partes de nossas vidas: no cinema, no teatro, na música, nas artes plásticas, entre outras. Portanto, a arte é uma manifestação humana de milênios. Quando começo a pintar um quadro, eu sinto que estou realizando o que foi feito por meus ancestrais. Baseado nisso, eu criei o Monumento aos Povos Indígenas, quando encontrei no museu do homem, em Paris, peças indígenas que não mais existiam há séculos. Recriei essas peças e elas passaram a representar um passado bem distante”, arrematou. Apesar de Siron não ter sintonia nas artes plásticas com o artista Antônio Parreiras, ele disse que o paisagista o ajudou a lutar para viver da arte: “Trata-se de um pintor de paisagens do século XIX, filho de uma família abastada. Parreiras estava enjoado de assistir o pai comerciante falar o tempo todo sobre dinheiro”. Conta Siron que um grupo de pintores alugou uma casa ao lado da casa do garoto. O menino Parreiras subia no muro ao final das tardes e ouvia conversas dos pintores que pintavam paisagens. O menino concluiu que os pintores estavam interessados em avançar por exemplo na estética, no uso das cores certas para suas telas e também deixar em suas telas uma representação de Deus. Portanto, a arte tem muito valor e desde menino eu quis ser o que sou. Entretanto, todos falavam que se eu fosse pintor, certamente eu morreria de fome. Por isso, o livro de Antônio Parreiras me fortaleceu, embora ele não tenha me influenciado na questão formal”, concluiu Siron, que já estava atrasado para um compromisso fora de seu atelier. Percebe-se no bate-papo com Siron, que ele conseguiu unir o material com o espiritual, e do seu jeito. Do seu jeito ele chegou ao patamar que um artista plástico de sucesso pode almejar. O bacana é que ele expõe seus quadros e monta suas instalações no mundo inteiro e continua morando em Buriti Sereno, nas cercanias de Goiânia. É tradição um artista da estirpe de Siron residir no eixo São Paulo, Rio, Nova York e Paris. O goiano tem o seu principal atelier em Aparecida de Goiânia e outro no centro de Goiânia. Ele vive como um ser humano normal e frequenta lugares como o Café do Pereira, localizado no centro de Goiânia, onde bate papo e ouve coisas do povo. O artista completou 70 anos em plena criatividade e, como Miró, que ele encontrou no passado na Espanha aos 90 anos, que estava com todo o gás e preocupado com a durabilidade das telas em que ele imprimiria sua arte para a posterioridade. 




Link no DM:
Destaque na Capa:

 http://impresso.dm.com.br/edicao/20170930/pagina/1

 Matéria:
http://impresso.dm.com.br/edicao/20170930/pagina/21

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

HOMENAGEM AO PIONEIRO ANTÔNIO VENÂNCIO DA SILVA

O cearense Antônio Venâncio da Silva, que ajudou efetivamente a construir Brasília,  será homenageado pela revista O Parlamento na edição do mês de outubro.  No dia 15 de outubro próximo,  completam-se 20 anos que o pioneiro,  construtor arrojado e homem de poucas letras faleceu. A revista já entrevistou diversos construtores que junto com Venâncio ajudaram a consolidar Brasília como capital federal.


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Fundador da JBS volta ao comando da empresa

Conselho de administração da JBS elege, por unanimidade, José Batista Sobrinho, conhecido como Zé Mineiro, que contará com time global de liderança

José Batista Sobrinho terá o apoio dos executivos André Nogueira, Gilberto Tomazoni e Wesley Batista Filho


São Paulo, 17 de setembro de 2017 - O Conselho de Administração da JBS S.A. elegeu por unanimidade, no dia 16 de setembro, José Batista Sobrinho, fundador da JBS, como Presidente da Companhia e que completará o mandato em curso.
O Conselho também definiu a criação de um Time Global de Liderança, responsável por assessorar a presidência em tomada de decisões. Este time é composto por três executivos: Gilberto Tomazoni, André Nogueira e Wesley Batista Filho, que comandam algumas das principais áreas de negócios da JBS e que seguem com suas atribuições e responsabilidades atuais.
José Batista Sobrinho foi o primeiro presidente da JBS, empresa que criou em 1953. É membro do Conselho de Administração da companhia há mais de dez anos.
Gilberto Tomazoni, presidente global de operações, está na empresa desde 2013 e tem mais de 30 anos em posições de liderança no setor de alimentos. Uma das principais lideranças da JBS, Tomazoni é responsável por todas as operações da empresa no mundo.
André Nogueira está na companhia desde 2007. Antes de ocupar a sua função atual como presidente da JBS USA, o executivo foi CFO da mesma operação e presidiu a JBS na Austrália.
Wesley Batista Filho era até esta data presidente da divisão de carne bovina da JBS USA, após ter ocupado cargos de liderança na JBS em cinco países desde 2010.
“Neste importante momento da empresa, a maior prioridade definida pelo Conselho de Administração é garantir o sucesso do negócio e a prosperidade dos colaboradores, acionistas e todos os stakeholders”, afirma Tarek Farahat, presidente do Conselho de Administração da JBS. “A nova estrutura global de liderança oferece continuidade e preparo para os nossos novos desafios.”
O Conselho de Administração concordou também que a diretoria cuidará de buscar um diretor para a área financeira da JBS S.A.. “A escolha de um novo CFO é um passo importante para fortalecer a governança da empresa”, afirma Farahat.
"Fico orgulhoso de reassumir a empresa que fundei", afirma José Batista Sobrinho. "Tenho muita confiança no desempenho da nossa liderança, em todos os nossos gestores e nos nossos 235 mil colaboradores."
Na mesma reunião, o Conselho de Administração da JBS deliberou pela nomeação, como seu membro efetivo, de Aguinaldo Gomes Ramos Filho, executivo com experiência nas operações da JBS no Brasil, Uruguai e Paraguai, em substituição a Wesley Batista.
Sobre a JBS
A JBS é uma das líderes globais da indústria de alimentos e conta com cerca de 235 mil colaboradores em mais de 20 países. A companhia possui um portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação como Doriana, Friboi, Moy Park, Pilgrim’s Pride, Primo, Seara, Swift, entre outras, que atendem 300 mil clientes de mais de 150 nacionalidades em todo o mundo. Com foco em inovação, essa diretriz se reflete também na gestão de negócios correlacionados como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, invólucros naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, embalagens metálicas e transportes. A JBS adota as melhores práticas de governança corporativa e de sustentabilidade em toda a sua cadeia de valor, além de conduzir as suas operações com foco na alta qualidade e segurança dos alimentos e na preocupação com o bem-estar animal.


Fonte:http://www.jornaldoestadoms.com/2017/09/fundador-da-jbs-volta-ao-comando-da.html

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Hélio José cresce e disputará a reeleição para o Senado!

Por: Walter Brito
democratização da comunicação está mudando o país em todos os setores, e na política não é diferente. Os grandes canais de televisão, principalmente a TV Globo, já não decidem sozinhos o processo eleitoral, nem no plano nacional e muito menos as eleições regionais, pois cada estado tem suas peculiaridades. O facebook, o whatsApp, o instagram, o sms, entre outros, acessados pelo celular, certamente se credenciaram junto ao eleitorado brasileiro e já são instrumentos capazes para decidir qualquer eleição.


passado, ou seja, há três décadas e meia, a Rede Globo não conseguiu derrotar Brizola para o governo do Rio, apesar de todo o aparato montado em 1982, quando o velho caudilho se elegeu para o governo do Rio, ocasião em que tive a oportunidade de colaborar com o grande político na área de pesquisa elei-toral, aos meus 21 anos. Foi a minha primeira experiência numa disputa para governo estadual. Contudo, naquele ano, o poderio da Globo influenciou eleições na maioria dos estados.


Senador Hélio José será candidato à reeleição


Na eleição de Fernando Collor, em 1989, a Globo fez o que quis para eleger o caçador de marajás, cuja expressão foi inventada pelo saudoso deputado Cleto Falcão.

Nesta seara das redes sociais, o senador Hélio José (PMDB), entrou no vácuo e, ao que tudo indica, ele avança rumo à reeleição para o Senado em 2018. De acordo com o Instituto de Pesquisas O Parlamento, o senador brasiliense que herdou a cadeira do atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB), era conhecido no mês de abril de 2017, por apenas 9,5% do eleitorado de Brasília, quando tinha 28 meses no exercício do cargo de senador, ocasião em que passou a aparecer constantemente na mídia e de forma especial na TV Senado. Hélio José usa o canal com certa frequência e é considerado um bom debate-dor naquela Casa de leis.


A partir do mês de abril, alertado por profissionais do marketing político, o senador brasiliense ampliou seu nível de conhecimento, que de acordo com o Instituto O Parlamento, passou em três meses de 9,5% de conhecimento para 22%, o que significa um crescimento de 56.82% de abril para cá. No que diz respeito a intenção de votos, também ocorreu uma melhora significativa, pois no mês de abril o peemedebista pontuava de acordo com a pesquisa O Parlamento, na pergunta espontânea, com 0,5% de intenção de votos. Espontânea é aquela em que não é apresentado ao eleitor nenhum nome, e o pesquisador pergunta em quem o entrevistado votaria para o Senado. Na pesquisa fechada no final de julho e início de agosto e na pergunta espontânea, o senador tem 2,30% de intenção de votos, enquanto que o senador Cristo-vam Buarque que lidera toda a pesquisa para o Senado, obteve 8,90 na mesma pergunta. Já na pergunta estimulada no mês de abril, o senador Hélio José tinha 2,50% e na pesquisa em pauta, ele tem 3,90%.

Na mesma pergunta, quando é   apresentado ao eleitor o disco com a nominata dos pré-candidatos, o senador Cristovam (PPS) lidera com 12, 20% e Jofran Frejat (PR) é o segundo com 11,80%. Abaixo do senador Hélio José estão os seguintes pré-candidatos ao Senado: Tadeu Filippelli (PMDB), com 3,20%; Ibaneis Rocha (sem partido), cujo percentual é 3%; o deputado federal do Pros, Ronaldo Fonseca, que obteve 2,6%; o governador Rodrigo Rollemberg, com 2,50%; Eduardo Brandão do PV foi citado por 2,20%, enquanto que o deputado Wasny De Roure (PT) e Wanderley Tavares (PRB) estão respectivamente com 1,70% e 0,50%.

Vale lembrar que no caso da disputa para a Câmara Federal, o senador Hélio aparece entre os oito possíveis eleitos, quando a pergunta é estimulada. Neste quesito, o deputado Chico Leite (Psol) é o primeiro. Entrevistado pela reportagem, o senador Hélio José afirmou: “A minha grande preocupação é com o cumprimento de meu mandato no Senado da República. No que diz respeito à disputa eleitoral de 2018 será tratada em seu tempo. A respeito da pesquisa do instituto O Parlamento que mostra o meu crescimento para uma possível disputa à reeleição, certa-mente me deixa feliz e aproveito a oportunidade para agradecer  ao povo de Brasília que me conhece e sabe sobre minha luta constante nos 31 meses no exercício no cargo de senador por Brasília. Não pretendo disputar nenhum outro cargo que não seja a reeleição de 2018". Disse Hélio José.

O senador Hélio José está em fase crescente para o Senado, em relação ao plento de 2018
O senador Hélio José foi citado 34 vezes e obteve 3,9%



O senador Hélio José em abril era conhecido por 9,5% da população, ele alcançou 22% de conhecimento no final de julho

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Joesley Batista: ‘Descobri que eu era um criminoso’

Dono da JBS diz que desconfia que o governo Temer operava para impedir sua delação e relata como se deu conta de que levava uma vida de crimes

Por: Thaís Oyama


Conforme a música - Joesley Batista: “Decidi delatar porque vi que as regras do jogo tinham mudado” (Marivaldo Oliveira/Código19/Agência o Globo)
Joesley Batista ainda não tem coragem de sair de casa. Quatro meses depois de ter acusado 1 829 candidatos eleitos (incluindo um presidente e uma ex-presidente da República) de receber propina de sua empresa, a JBS, ele diz não estar pronto para fazer o “teste da rua”. Acha que, hoje, sua imagem é a de alguém que cometeu uma série de crimes e não foi punido. O empresário diz esperar que suas informações ajudem a desmontar novos esquemas de corrupção. “Na hora em que os nossos anexos começarem a revelar outras organizações criminosas, aí talvez a sociedade vá olhar e dizer: ‘Pô, o Joesley teve a imunidade, mas olha como ele ajudou a desbaratar a corrupção’.” Joesley falou a VEJA em seu escritório da JBS, em São Paulo. Na entrevista, ele relata como se deu conta de que levava uma vida de crimes e diz que desconfia que o governo de Michel Temer operava para impedir sua delação. “Esse Temer que você vê na televisão é falso. O Temer verdadeiro é o que eu gravei. Aquele Temer que fala sem cerimônia”, afirma. Segundo o empresário, o presidente “sempre foi muito direto, ele pedia dinheiro mesmo.” Leia abaixo trechos da entrevista:
Quatro meses depois de assinar um acordo de delação em que o senhor e executivos da sua empresa denunciaram 1 829 candidatos eleitos de 28 partidos, incluindo o presidente da República, o que mudou na sua vida?Ninguém sai de um processo desses como entrou. Esse negócio de virar colaborador da Justiça é muito novo para todo mundo. Um delator não “faz” uma delação simplesmente, ele vira uma chave. Muda sua forma de pensar, de agir. Aqueles amigos que você tinha já não servem mais. Se você mudou realmente, você muda de grupo e passa a enxergar as coisas sob outro ângulo.
Sob qual ângulo o senhor enxergava antes? Nós somos empresários e os empresários estão subordinados ao Estado. Se os mandatários do Estado negociam com você daquela forma, você acaba achando que opera dentro de um padrão de normalidade. A gente vai ficando anestesiado.
Quando o senhor começou a mudar de ideia? A primeira vez que a polícia fez busca e apreensão na minha casa foi em 1º de julho de 2016. Graças a Deus eu não estava, tinha acabado de chegar de uma viagem internacional com a minha família. Mas, como tenho câmeras de segurança lá, acessei pelo celular e assisti ao vivo àquele monte de gente andando no meu quarto, pelos corredores. Olhava aquilo parado, congelado. Não é uma coisa com que você esteja acostumado, e eu não estava entendendo o que estava acontecendo. Da mesma forma, acho que a grande maioria dos políticos e dos empresários ainda não entendeu o que está acontecendo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/politica/joesley-batista-descobri-que-eu-era-um-criminoso/#